quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vetor oposto.

Até o dado momento os movimentos de loopings e suspisros levaram ao lúdico da forma, corpos suspensos, encaixe do melhor sabor de passeio ao espaço. O ar sabe-se que é rarefeito, respiração seca e engasgada de algo por dizer. Não se escolhe a nenhum momento se mover, o espaço te suga para qualquer lugar, como o próprio desejo, como o próprio brinquedo.
PARA DAR SABOR PENSAREMOS NO CONTRÁRIO.
Falar de amor pensando em impotência, estar a dois querendo matar, ódio que vira qualuqer coisas menos isso que você mente. A cada eu te amo é uma faca que corta o corpo. Não mais se completam por que sobrou amor, amor demais dói, sufoca, dá raiva e uma vontade explosiva de fugir, ansiedade.
Toda paz precisa de guerra, todo alcance precisa do primeiro segundo.
O corpo impotente por seguir sozinho e tudo isso na cabeça te amando, e tudo aqui fora te esquartejando. A palavra é um tiro a queima roupa, um homícidio com todas as provas do crime expostas.
Amor de escatologia, seu cuspe na minha língua, seu sexo na minha boca, seu corpo para beliscar, seu gemidos de dor levam qualquer a um.
E você não mei deixa em paz. E você faz meu corpo tremer.
Que ódio esse amor.

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