sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Jogo de a

Esse tempo e espaço que não se cabem e coexistem. Qual o melhor tempo para perfurar este tempo? Eu no espaço e querendo inserir faca e cortes que não se sustentam em trajetórias. Distânciamento e deslizamento para o entre-lugar, planta paixão que no obscuro tudo brota. É paixão no ar e um medo de que o tempo persiga o próprio tempo de ruptura. Rompa de peito aberto- mesmo que mínimo- este caos, todas as palavras que abortam mesmo sem nascer. Eu nao digo e é mal-me-quer. Bem querer meu bem mas eu não vejo. Cadê Lu que tá aqui? Observe que o tempo é o inimigo, corra e rompa, ou será tarde demais. Esse suspiro leva todo o tempo do mundo e seus silêncios desmembrados. Nem amor nem paixão. É dois e só. É dupla só. Qual o gosto que você tem? Que jeito não te tenho, coisinha? Nem jeito nem jeitinho. Não vou senão você acaba comigo neste instante que( carona rápido neste cometa pra comer dois bombons pra você amorzinho porque você assim...)e eu de volta ao ponto de origem falando no silêncio. Dá um tempo. Ou Rompa.
Romeu e Julieta amor de safadeza. Se eu te olho te cuspo pra londe daqui, no espaço e no tempo.
Atenção.
Controle.

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