Fico preso pela cintura e consigo ouvir os batimentos do meu coração. Me segura pelas mãos e me guia, meu bem.

Ouço o teu silêncio agora. Escuto os seus batimentos e perco-me nas entrelinhas do infinito espaço que o meu finito coração suporta. Tenho a sensação que sempre estivemos calados um para o outro. Ouve-me. Escuta os meus batimentos. Ouve-se o meu silêncio.

Ouço o teu silêncio agora. Escuto os seus batimentos e perco-me nas entrelinhas do infinito espaço que o meu finito coração suporta. Tenho a sensação que sempre estivemos calados um para o outro. Ouve-me. Escuta os meus batimentos. Ouve-se o meu silêncio.
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